quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Calorias nos rótulos: você pode estar sendo enganado.

 
O controle de calorias faz parte de um planejamento alimentar. Na soma do quanto ingeriu, você leva em consideração o rótulo do alimento contando, caloria por caloria, o total daquele número que somará na sua dieta.
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) exige rotulagem nutricional obrigatória de alimentos e bebidas embaladas. O descumprimento desta resolução constitui infração sanitária.
Esta é uma forma do país controlar doenças relacionadas ao consumo excessivo de alimentos, como as doenças metabólicas.
 
Redes de fast foods são obrigadas, por lei, a colocar o quanto de calorias têm cada alimento. Além do mais, estabelecimentos do setor alimentício, no Paraná, já obrigam até os restaurantes a colocar nos cardápios quantas calorias tem cada refeição.
 
PORÉM, a falta de fiscalização, não só no Brasil como nos Estados Unidos, permite que estas calorias não sejam tão precisas quanto pensa.
 
Nós dependemos da honra e honestidade dos vendedores de alimentos, que podem listar qualque número, qualquer calorias, até que alguém perceba o erro e faça uma reclamação.
 
Podem estar te enganando…
 
É muito triste. Ser enganado é sentir-se impotente ao sistema. A um sistema rodeado de “cartéis” que rotulam uma mentira em seus alimentos. O que torna este sistema ainda mais covarde é ENGANAR um sujeito OBESO que luta contra a BALANÇA e AUTO-ESTIMA, que luta contra processos DEPRESSIVOS e DOENÇAS VINCULADAS A OBESIDADE, podendo ser FATAIS.
 
Você pode falar que uma pessoa acima do peso come em excesso por que quer, mas quero que saiba que a determinação e motivação é MUITO difícil atingir, principalmente quando falamos em obesos e pessoas com pouca estrutura psicológica para tê-la. Agora, omitir? Mentir quantidades? Que feio.
 
Felizmente, não são todos que fazem isto, mas, os que fazem, espero que, um dia, tenha consciência de tudo isto. Desabafei!
 
Bom, pensando nisto, o cineasta americano Casey Neistat fez um documentário chamado “Calorie Detective” (“detetive de calorias”) sobre a listagem de calorias em cadeias de fast food e produtos embalados.
 
Você em um restaurante ou comprando um alimento pensa confiar naquele fornecedor, porém…
 
Leia a pesquisa descrita no site Hypescience:
 
“O autor selecionou cinco itens que consumiria em um dia: um muffin, um sanduíche de tofu, um sanduíche da rede Subway, um frappuccino da rede Starbucks e um burrito da rede Chipotle.
 
Em seguida, dois cientistas de alimentos do Centro de Pesquisa e Nutrição para Obesidade de Nova York (EUA) no Centro Hospitalar St. Luke’s-Roosevelt cuidadosamente testaram o conteúdo calórico de cada item, usando um dispositivo chamado de calorímetro. Foi um processo lento, mas preciso.
 
Resultado: quatro dos cinco itens testados tinham mais calorias do que os seus rótulos relatavam. Se alguém dependesse dessa contagem, ingeriria, sem saber, cerca de 550 calorias extras todos os dias, ganhando até 226 gramas em uma semana.
 
Neistat contatou as empresas fabricantes dos itens para tentar obter explicações sobre as diferenças encontradas. A empresa Morrisons Pastry, que faz os muffins vendidos em variados locais em Nova York, disse que não tinha comentários. Segundo eles, um muffin deve ter 640 calorias, mas os cientistas descobriram que tem na verdade 734.
 
Um funcionário da empresa do sanduíche de tofu, cujo produto tinha quase o dobro do número de calorias que constava no rótulo (em vez de 228, tinha na verdade 548, o mesmo de um Big Mac do McDonald’s), disse que não tinha certeza de como a companhia havia chegado àqueles dados, e que iria revê-los. Se encontrasse resultados semelhantes aos de Neistat, alteraria as informações em seus rótulos.
 
Tanto a Starbucks quanto a Chipotle explicaram que, uma vez que seus produtos são feitos à mão em suas lojas, muitas vezes há pequenas variações de calorias. Nenhuma delas mede calorias em laboratório, como Neistat fez. Em vez disso, as empresas somam as calorias de cada ingrediente. Os cientistas explicam que esse processo pode ser especialmente impreciso, já que os valores de calorias de cada ingrediente estão muitas vezes desatualizados. No caso, o Frappuccino deveria ter 370, mas tinha 392 calorias, e o burrito, em vez 1.175, tinha 1.295.
 
Por fim, o Subway afirmou que realiza em laboratórios próprios e “independentes” estudos para fundamentar a sua informação de calorias. Um porta-voz da empresa destacou enfaticamente que a precisão dos dados nutricionais é importante para eles. Deve ser verdade, já que o sanduíche testado tinha menos calorias do que as listadas: 350, versus a informação do rótulo de 360 (vale notar que consumidores já processaram a rede por vender sanduíches menores do que o anunciado).
 
Neistat conclui que, por testar apenas cinco itens, sua pesquisa é pouco conclusiva. ‘Fiquei com mais perguntas do que respostas. Portanto, seria injusto tirar conclusões mais amplas sobre a indústria de alimentos ou apontar o dedo para empresas específicas’, explicou.
 
Mas ele acredita que uma coisa pode ser dita com certeza: o sistema atual de regulação de calorias é totalmente inadequado e falho. ‘Com toda a atenção voltada para o que o nosso governo pode fazer para conter a epidemia de obesidade, por que não começar pelo policiamento dos dados nutricionais?’, questiona.”
 
Triste. Ainda mais nós que lutamos para tentar ajudar o leitor com opiniões, incentivos, sugestões de alimentos. Como vocês, sinto-me totalmente lesada.
 
Para assistir o Vídeo Acesse: http://youtu.be/HGunZpKLb5o
 
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Em busca das axilas de princesa: saiba como clareá-las


Tenho me inspirado ultimamente e atendido muito no consultório, acho que é o Verão, principalmente meninas querendo clarear as axilas e desfilar por aí sovacos de Kate Middleton, mas vamos entender por onde e como o problema começa para depois resolvê-lo.
 
Por que as axilas escurecem?
 
Quando o escurecimento acontece em regiões de dobras cutâneas como axilas, virilha e pescoço recebe o nome de pseudoacantose nigricans. A pele dessas regiões torna-se escurecida e tende a engrossar, ficando, visualmente, com aspecto aveludado e com as linhas da pele mais evidentes.
 
Quando isso ocorre, a investigação laboratorial é fundamental. Esses sinais podem indicar uma resistência à insulina e, então, o médico irá te direcionar para o tratamento correto. Estes casos estão, geralmente, relacionados ao sobrepeso e obesidade. Tratando o sobrepeso, as manchas tendem a clarear com mais facilidade.
 
Outra causa comum de axilas escurecidas é um desequilíbrio das bactérias que moram no local. Geralmente, as bactérias que vivem em nossa pele (as residentes) podem ter seu local “invadido” por outras não comuns à estas (as transitórias), causando infecções locais, inclusive ao redor do pêlo. As foliculites, então, poderão gerar processos inflamatórios e, consequentemente, levar a uma hipercromia pós-inflamatória.
 
A Foliculite pode ser causada por trauma de depilação com lâminas ou com cera, por fricção de roupas e tecidos, ou até mesmo pelo excesso de transpiração, o que torna o ambiente mais propício para a proliferação de bactérias.
 
A Hipercromia Pós-inflamatória é um escurecimento que pode ser dérmico ou epidérmico, causado por qualquer trauma, seja ele pelo simples e constante ato de se depilar ou até mesmo um processo mais complicado como a foliculite, gerando como resultado final uma mancha no local afetado. Importante é saber que quanto mais profunda essa mancha estiver, mais difícil será a remoção da mesma do local.
 
O uso de contraceptivos orais também pode propiciar o aparecimento de tais manchas.
 
Como clareá-las?
 
Primeiro de tudo é identificar e tratar a causa, portanto, se o motivo do escurecimento for uma bactéria, devemos eliminá-la primeiro e depois clareá-la.
Se o motivo do escurecimento for o excesso de peso, passe para a categoria Nutrição/Projetos e mãos à obra! Vamos nos mexer para depois clarear.
 
Agora, se após consultar seu amigo de todas as horas ou um dermatologista, e seu problema não for nenhum desses, você deve eliminar seus pêlos, iniciando o processo de clareamento das axilas. Entenda que este não é um processo rápido e nem simples, muitas vezes você irá experimentar ardor, pequenas fissuras, micro rachaduras na pele da região tratada, para depois poder usufruir de uma pele linda, lisa e clarinha.
 
O processo de clareamento consiste em eliminar os pêlos definitivamente através de um processo de depilação que pode ser a laser ou com luz intensa pulsada, sendo que o médico orientará qual o melhor método para sua pele.
 
O importante é conscientizar-se que não existe processo de clareamento de axilas sem eliminar o trauma das depilações com cera, lâminas e as agressões químicas com cremes depilatórios. Concomitante à este processo, o médico irá prescrever o uso de ácidos leves associado à clareadores como a hidroquinona, arbutin, entre outros, para começar o processo gradual de clareamento. O uso de agentes queratolíticos para reduzir o espessamento da pele pode ser indicado em alguns casos. A prescrição de um bom agente hidratante com agentes calmantes auxiliam no processo e na sensação de bem-estar do paciente durante todo o tratamento.
 
Posso tomar sol durante o tratamento?
 
NÃO. De jeito nenhum, portanto abaixe esse braço menina e comunique o seu médico caso aquela viagem para o Nordeste seja inadiável, ele saberá como te auxiliar em relação aos medicamentos prescritos.
 
O hábito de usar protetor solar nas axilas é realmente incomum, mas, em casos de exposição solar, torna-se imprescindível para a continuação do sucesso do tratamento. Capriche nas mangas também e dependendo do seu tom de pele invista nas roupas tratadas com proteção contra os raios UV.
 
Bom, por hoje é isso e espero que tenham gostado!!! Até semana que vem!


Fonte: Dra. Camila Ciarleglio - Dermatologista CRM SP 115620

Treinamento Funcional Periodizado por Juliana Matos na Revista Dieta da Chia




Gabriela Pasqualin Jornalista da Rede Tv
 



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cãibras como Evitá-las?


Elas surgem inesperadamente e podem ser decisivas em seu rendimento
 


As cãibras nada mais são do que uma contração involuntária, espasmódica, súbita e, muito dolorosa, de um ou mais músculos esqueléticos. Estão associadas com fadiga muscular e contrações encurtadas dos músculos. Quando menos se espera elas aparecem, seja durante ou imediatamente após a prática de atividade física ou até mesmo no decorrer de uma noite de sono tranqüila.

Os fatores desencadeantes das cãibras ainda não estão totalmente elucidados. Dentre as causas mais discutidas e estudadas podemos destacar: metabólitos t
ó
xicos produzidos no organismo, perda de sais minerais, desidratação, fatores ambientais, consumo inadequado de carboidratos, esforço muscular excessivo, falta de alongamento, alguns tipos de medicamentos e doenças metabólicas, como por exemplo, hipotireoidismo, diabetes mellitus, miopatias, dentre outras.

Mas fique tranqüilo, pois a maioria dos atletas que sente dores musculares associadas ao exercício é saudável e não apresenta doença sistêmica.
As cãibras musculares associadas ao exercício (CMAE) acometem, principalmente, atletas de endurance (atividades físicas aeróbicas), especialmente quando o exercício é realizado em intensidade e duração superiores aos treinos de rotina.


Para se recuperar de CMAE um bom período de descanso e alongamentos específicos são essenciais. A chave para sua prevenção é reduzir o risco de desenvolvimento de fadiga muscular prematura durante o exercício. Para tanto, o adequado consumo de carboidratos é fundamental.


Vale destacar que quando as cãibras se tornam recorrentes, desconfortáveis e incontroláveis merecem uma investigação nutricional e médica minuciosa para diagnosticar as possíveis causas e prescrever o melhor tratamento. 

 
Desidratação e Perda de Sais Minerais

Durante a atividade física ou em ambientes muito quentes transpiramos para regular a temperatura corpórea interna. O suor liberado carrega consigo além de água, eletrólitos importantes, principalmente o sódio. Dependendo do esforço realizado a perda de água é representativa e pode ocasionar desequilíbrio nos fluidos corporais, o que interfere na contração muscular e pode favorecer uma contração extremamente rápida e involuntária. Portanto, a desidratação pode ser uma das responsáveis pelo surgimento das cãibras musculares.

O mineral sódio está envolvido nos mecanismos da contração muscular, já que ele é quem leva a informação que o músculo deve se movimentar. Na ausência de sódio o músculo pode se contrair e se contorcerá de forma rápida e sem controle. Por isso que se recomenda o consumo de bebidas esportivas que contenham sódio em sua composição.
Com uma alimentação equilibrada é possível repor os demais eletrólitos perdidos durante a transpiração.

Estudo também aponta que a desidratação pode aumentar a pressão sobre as terminações nervosas, resultando em cãibras.
Muitas pessoas acreditam que a suplementação com magnésio pode auxiliar na prevenção de cãibras, entretanto, dados da literatura demonstram que uma alimentação equilibrada já é suficiente para suprir a necessidade deste mineral no organismo. Apesar de o magnésio participar da contração muscular, quando os seus níveis plasmáticos encontram-se normais, os suplementos não oferecem benefícios adicionais no que tange à prevenção de cãibras.


Metabólitos Tóxicos

Em exercícios intensos de endurance ou quando o consumo de carboidratos é inadequado ocorre redução da disponibilidade de glicogênio muscular. Com isso, é preciso obter energia de outras fontes, como as proteínas. A partir do metabolismo destas ocorre aumento da produção de amônia, um metabólito tóxico para o organismo. O fígado é o órgão responsável pela transformação de amônia em uréia que então, é eliminada através da urina.

Mas, no momento do exerc
ício físico ocorre redução do fluxo sanguíneo para o fígado e, conseqüentemente, de sua atividade, diminuindo a eliminação de amônia, o que pode favorecer o seu acúmulo nas proximidades das fibras musculares. Por ser extremamente tóxica, a amônia pode desencadear cãibras musculares naquela região.

Al
ém da amônia, outro metabólito tóxico que pode estabelecer as cãibras musculares é o ácido lático, proveniente do metabolismo dos carboidratos durante atividades anaeró
bicas. O seu acúmulo aumenta a acidez do meio, podendo prejudicar o funcionamento correto das fibras musculares, favorecendo o aparecimento das cãibras.

Temperatura

O fator temperatura também pode ocasionar as cãibras: no calor extremo há uma intensificação das reações químicas envolvidas na contração muscular de modo que podem ocasionar contrações involuntárias. Já em temperaturas muito baixas ocorre vasoconstrição, ou seja, os vasos sanguíneos se contraem, o que reduz a quantidade de sangue que irriga o músculo, gerando as cãibras.




Como Evitá-las?

As cãibras devem ser evitadas, pois também aumentam as chances de lesões musculares. Portanto, para preveni-las adote uma nutrição adequada e sessões orientadas de treinamentos.

Para evitá-las hidrate-se adequadamente antes, durante a após a atividade física; tenha uma alimentação equilibrada, rica em grãos integrais, frutas, hortaliças e legumes; consuma quantidade adequada de carboidratos para evitar que a massa muscular seja utilizada como fonte de energia, gerando metabólitos tóxicos; reponha o sódio durante a transpiração e entre as séries de treinamento físico intenso. Além  disso, um músculo melhor preparado, bem fortalecido, aquecido e alongado apresenta menor risco de sofrer contrações involuntárias.

Inclua em sua alimentação alimentos fontes dos principais minerais que podem ajudar na prevenção das cãibras:


Cálcio : semente de gergelim, queijos brancos (minas, tofu, cottage, ricota), brócolis e couve;

Magnésio : semente de abóbora, castanhas e vegetais folhosos verde-escuros;

Potássio :banana, banana-passa, passas, água de coco e cereais integrais (arroz integral, aveia, granola, pão integral).

Lembre-se: uma boa noite de sono é essencial para garantir o período de descanso e promover a recuperação muscular!






Fonte: Natalia Lautherbach
Nutricionista da Rede Mundo Verde


Gravity: método que mistura Pilates, Treinamento Funcional, Ballet e Dança, vem com TUDO!

 

 
Como sempre inovando, segue um método sensacional de Pilates, o Método Gravity.
Ele foi desenvolvido pela bailarina e educadora física Simone Albano, juntamente à equipe Gravity Brasil. O método foi baseado nos princípios do Pilates, Treinamento funcional, Ballet clássico e dança contemporânea.
Assim, possui um equipamento próprio para a sua prática o GSA Professional, tendo oito níveis de ajuste de gravidade, que é usado como resistência e assistência na realização dos exercícios. “O trabalho muscular no método Gravity é muito intenso, pois a inclinação do equipamento desestabiliza o centro do corpo, obrigando o praticante a trabalhar toda a musculatura para manter o alinhamento e a postura durante a realização dos exercícios. É incomparável com o equipamento tradicional. Tem que praticar para sentir a diferença”, diz Simone Albano.
Com a prática de Gravity, é possível queimar cerca de 600 calorias em 55 minutos de aula e modelar o corpo. O planejamento de aula inclui circuitos aeróbios, realizados de maneira consciente, potencializando os resultados.
 
As diferenças do método Gravity para o método Pilates vão além do equipamento principal. Veja os motivos:
 
- O método é muito dinâmico, não trabalhando com circuitos de equipamentos.
- Os praticantes são divididos em níveis de habilidade física.
- Utiliza movimentos de transição do equipamento para o solo, do solo para o equipamento, sendo que todos os movimentos são ligados.
- São 55 minutos de muito exercício, sem pausa para distração.
Também pode ser usado para reabilitação de atletas ou patologias comuns, nesses casos, o trabalho realizado deve ser personalizado, obtendo ótimos resultados.
Desenvolvida exclusivamente para a realização do método Gravity Pilates, a GSA Professional permite ao usuário um amplo repertório de movimentos e adaptações, garantindo melhores resultados e maior eficácia.
Com oito níveis de inclinação e resistência de 5 a 59% do peso corporal, a GSA oferece possibilidades de movimentos que exigem flexibildade e força.
As barras laterais com três ajustes, se adequam a altura do praticante, melhorando a linha de tração e eficiência nos movimentos, e, como são alinhadas na horizontal, permitem a realização de exercícios de “flexão de braços”.
A GSA possui acoplamento da plataforma ajustável em três alturas, facilitando a biomecânica correta para o encaixe da plataforma de saltos e vazada.
Para quem quer saber mais sobre o Gravity:
 
Vantagens
- Mecânica inovadora
- Oito níveis de inclinação que podem ser usados como resistência e assistência para a realização dos movimentos
- Exclusivo sistema de polias e molas
- Produzida em ferro, garantindo maior durabilidade
 
Acessórios
- 2 molas de intensidade média
- 1 par de alças de mãos
- 1 par de alças de pés
- 1 prancha de saltos
- 1 prancha de extensão
 
Contato: Vanessa Braga
vanessa_braga@msn.com
Professora de Pilates da Academia Belletti Training.

Quando devo aposentar meu tênis de corrida?


 
Segundo Paola Machado do Blog Kilorias segue abaixo uma discussão sobre "Quando devemos aposentar meu Tênis de corrida?"

"Como adoro discussões incansáveis, segue aqui mais uma: quando devo aposentar meus tênis de corrida?!
Somos avisados constantemente para substituí-los, muitas vezes, porque correr com sapatos “desgastados” pode levar a lesões, acarretando em meses de tratamentos.
Bom, uns falam que devem aposentá-lo quando estiverem um “trapo”, outros dizem quando o mau-cheiro estiver insuportável e outros mais dizem respeito a distância que aquele tênis aguenta.
Alguns estudos rotulam uma distância que você pode deixá-lo de lado, cerca de 500 a 800 quilômetros de uso.
 
Quem está certo afinal?
 
Talvez nenhum de nós. Segundo Rodger Kram, um pesquisador de biomecânica da Universidade do Colorado, temos tênis feitos de materiais diferentes. Alguns destes duram mais que os outros.
Os componentes mais importantes do tênis são a entressola (sola do meio) e o solado (sola exterior). As entressolas são feitas ou de acetato de vinila (EVA) ou de poliuretano. O EVA que é um maior é mais leve e tem uma maior capacidade de amortecimento que o poliuretano, porém, este último é mais durável que o EVA.
Porém, alguns fabricantes, para dar um charminho a mais, colocam bolsas de géis e ar nas entressolas, reduzindo, assim, ainda mais a durabilidade da entressola.
As solas são feitas de borracha aerada (expandida com injeção de ar) ou borracha de carbono. A primeira é mais leve e tem um melhor amortecimento, contudo dura menos que a sola de carbono.
Cada um tem suas vantagens… Se optar por um tênis com a entressola de poliuretano e sola de borracha de carbono, terá um tênis que durará mais, mas não lhe garantirá amortecimento e leveza. Se optar por um tênis com entressola de EVA e sola aerada, terá mais leveza e amortecimento, porém durará menos.
EU PREFIRO, a segunda opção, pois uma quantidade moderada de amortecimento melhora a execução de eficiência da corrida.
Um outro estudo, feito pelo Dr. Jacob Schelde, na Dinamarca, coloca em questão a relação TEMPO DE USO DO CALÇADO pelo ÍNDICE DE LESÕES. Apesar de ser um estudo longo, de 15 meses, e com 600 corredores, não conseguiram encontrar relação entre o tempo do tênis utilizado e o risco de lesão do corredor.
Outro ponto interessante focado em estudos observacionais foi que o foco dos tênis variam de acordo com a MODA. Exemplo, lembra quando falava-se muito de amortecedores? Daí vieram tênis super amortecidos. Depois vieram umas pessoas falando do “barefoot running”, a moda de correr descalços. Andamos junto com um modismo.
Apesar das advertências, ninguém realmente sabe. E com tantas variáveis – tipo de sapato, o peso corredor, superfícies de rolamento, correndo estilo – talvez nunca haja uma resposta simples.
 
O que deve levar em consideração:
- Características do atleta (peso, biomecânica da passada e pisada).
- Materiais envolvidos na produção do tênis.
- Formas do uso (freqüência de treinos, terreno, umidade, temperatura do asfalto, limpeza e armazenamento).
 
DICAS:
 
- Coloque seu tênis sobre uma superfície reta e observe se há assimetrias, desequilíbrios, inclinações ou algum tipo de desgaste.
- Repare na entressola. Veja se está quebradiça ou reduziu a espessura, pois, se ela estiver desgastada, pode diminuir o amortecimento e estabilidade.
- Prefira, sempre, o tênis mais confortável para o seu pé.
- Outra dica legal é anotar na linguinha do tênis a data que foi comprado! Assim, consegue saber quanto tempo de corrida tem o seu calçado".
 
 
Fonte: Quando devo aposentar meu tênis de corrida? | Kilorias

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Saiba como Equilibrar o seu cardápio e melhorar a sua recuperação pós exercício.


As Proteínas estão presentes em todas as células e tecidos, os compostos orgânicos devem ser ingeridos diariamente pelos esportistas, através de fontes animais e vegetais.

Quem nunca parou para se questionar se está ingerindo a quantidade correta de proteínas diariamente, que atire a primeira pedra. As proteínas são constituintes básicas do organismo e estão presentes em todas as células e tecidos. São enzimas, hormônios, agentes protetores, têm ação anti-infecciosa e ainda são responsáveis pela regulação das reações químicas do organismo, pelo crescimento e pela reparação de tecidos.
Peixes, carnes e laticínios são fontes naturais de proteínas (Foto: Divulgação)
Funções importantes
 
Especificamente para os praticantes de atividade física, a ingestão de valor baixo de proteínas impede a recuperação plena do corpo após os exercícios. Para a nutricionista Cristiane Perroni, o consumo é fundamental, mas nunca em excesso.
- As proteínas também ajudam na reposição das reservas de glicogênio nos músculos e no fígado, que são bastante utilizadas durante a atividade física. Esta ingestão deve acontecer junto com alimentos que são fonte de carboidratos. A associação de carboidratos e proteínas é muito importante para a recuperação do treino, para repor as reservas de glicogênio muscular e aminoácidos essenciais. A maior absorção acontece até duas horas após a atividade física - disse a nutricionista.
Além das citadas no início do texto, uma das funções é a de gerar energia: fornece 4 kcal por grama de proteína. É utilizada quando os carboidratos e as gorduras não satisfazem as necessidades de energia do corpo.

- A proteína é muito importante como reparadora de tecidos. Para o esportista, ingerir pouca quantidade de proteína impede a boa recuperação dos treinos. Entretanto, o excesso não resulta em melhor performance, aumento de massa muscular ou ganho de força, como muitos pensam - disse a nutricionista Cristiane Perroni.

Segundo Cristiane, as proteínas, divididas em animal e vegetal (veja na tabela abaixo), são compostas por 20 aminoácidos, sendo que nove deles não são produzidos pelo organismo (aminoácidos essenciais). É aí que entra a alimentação.

 

Após ter pesquisado vários estudos científicos, eu sugiro o consumo de proteínas pré treino,além do carboidrato e imediatamente pós treino consumir somente proteína, pois quando há depleção (queda) dos níveis de carboidrato e gordura, o corpo começa a utilizar a proteína muscular como fonte de energia, por isso a importância de seu consumo diário adequado, para evitar a perda da massa muscular e para o indivíduo ter uma recuperação muscular com qualidade e repor as reservas de glicogênio muscular e aminoácidos essenciais.
 
Dra Cristiane Perroni (Nutricionista).


 



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA DIABÉTICOS


A prática de exercícios físicos proporciona inúmeros benefícios para qualquer ser humano. Particularmente no diabetes, os exercícios possuem qualidades marcantes tanto na prevenção quanto no tratamento (CANCELLIÉRI 1999). Pacientes com diabetes freqüentemente têm múltiplos fatores de risco para doenças cardiovasculares, e um estilo de vida saudável, incluindo uma maior atividade física, é essencial para prevenir e tratar a diabete (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK; 1999). É importante ressaltar que existem várias formas de se prescrever a atividade física ideal para o diabético sendo necessário, entretanto, que se conheçam os benefícios e os possíveis riscos relacionados a esta população, sendo feita esta prescrição, somente por um Profissional de Educação Física devidamente credenciado ao CREF (Conselho Regional de Educação Física).
 
 
Desde 1922 vários autores verificaram a interação da insulina com a atividade física e os benefícios no tratamento do diabete. A partir de então a tríade dieta, medicamentos (quando necessário), e exercício, fundamentados em um processo educacional, formam o princípio do tratamento desta doença (SILVEIRA NETO; 2000).
Exercícios são a parte mais divertida da terapia do diabete. Pense no quando "divertido" é espetar a si mesmo com uma agulha ou uma lanceta, tomar pílulas, ou ter que mudar sua dieta, provavelmente suprimindo algumas das suas comidas favoritas. Compare isto com um igualmente importante para sua saúde jogo de tênis, ou uma noite dançante, um passeio de bicicleta, uma caminhada, ou uma refrescante natação. Absolutamente sem discussão (GRAHAM; 1995). Toda e qualquer atividade física pode ser de grande valia para o diabético, sendo necessário sempre se levar em consideração o atual quadro de saúde em que o aluno se encontra.
A maioria dos efeitos diretos da atividade física ocorre porque o exercício normaliza a glicose sanguínea, diminuindo a resistência de insulina e melhorando a sensibilidade a ela. Vários estudos têm demonstrado que o treinamento de exercício pode aumentar a ação da insulina ou diminuir a resistência à insulina, especialmente entre pessoas com alto risco para diabete ou com hiperinsulinemia. Outros estudos mostram que indivíduos fisicamente ativos têm menos probabilidade de desenvolver diabete do que indivíduos fisicamente inativos. O efeito da atividade física parece ser devido à adaptação metabólica do músculo esquelético (aumento da densidade capilar; maior capacidade oxitativa), ou a outras adaptações ao treinamento como um conteúdo aumentado de transportadores de glicose GLUT4 (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK; 1999). Como conseqüência, a captação de glicose pelo músculo é incrementada, independentemente de alterações na concentração de insulina circulante (SILVEIRA NETO; 2000).
Em adição à redução aguda da glicemia e ao aumento da sensibilidade à insulina, o exercício regular melhora vários dos fatores de risco reconhecidos de doenças cardiovasculares, como melhora do perfil lipídico (diminuição do LDL, aumento do HDL e diminuição do triglicérides) e da hipertensão, e indivíduos diabéticos têm um maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK; 1999); (CANCELLIÉRI 1999). A hipertensão está associada com um aumento da incidência e taxa de progressão de retinopatia diabética e neuropatia e, portanto, deve ser tratada de forma mais agressiva. É genericamente aconselhável que os pacientes que apresentem doenças microvasculares dos olhos e rins, já estabelecidas, não participem de exercícios que resultem em um aumento da pressão sistólica acima de 180 a 200 mmhg (SILVEIRA NETO; 2000).
A prática regular de exercícios físicos pode acarretar uma diminuição da dosagem de insulina, e sua importância é fundamental nas terapias onde se objetiva uma menor dosagem de insulina a ser administrada pelo paciente insulino-dependente (SILVEIRA NETO; 2000).
Os benefícios cardiovasculares e metabólicos do exercício são sustentados somente como resultado da soma dos efeitos das sessões de treinamento ou como resultado de mudanças, em longo prazo, na composição corporal (SILVEIRA NETO; 2000), e outro grande benefício da atividade física regular é seu efeito sobre a composição corporal, através do aumento do gasto de energia auxiliando a redução de peso, o aumento da perda de gordura e a preservação da massa magra. Aproximadamente 60% das pessoas com diabetes do tipo 2 são obesas no momento do diagnóstico. Provavelmente a distribuição central de gordura parece ser fator de risco primário adicional para o desenvolvimento do diabete tipo 2, uma vez que a adiposidade na área abdominal ao contrário da periférica eleva a probabilidade de que indivíduos desenvolvam resistência à insulina. A atividade física parece prevenir o diabete tipo 2 não apenas diminuindo a adiposidade, mas também afetando a resistência à insulina e a tolerância à glicose (FRONTERA, DAWSON & SLOVIK; 1999).
SILVEIRA NETO relata em sua obra sobre o constante estresse psicológico pelo qual os recém descobertos diabéticos passam, e cita até mesmo como experiência pessoal (o autor é diabético tipo 1 desde os quatorze anos) o quanto à atividade física pode ser benéfica para o controle desde tipo de estresse; estresse este que pode ter conseqüências bastante negativas para o controle glicêmico. Parece que o estresse psicossocial exerce um efeito direto psicossomático nos mecanismos reguladores neuroendócrinos, que por sua vez, influenciam o controle metabólico. A prática de atividades física promove benefícios fisiológicos e psicológicos, sendo o aspecto de lazer e entretenimento proporcionado pela prática de atividades físicas e esportivas, altamente desejável.
Segundo o mesmo autor, os parâmetros psicológicos passíveis de mudança com o exercício físico podem ser assim visualizados:
DIMENSÕES
MUDANÇAS
Depressão
Diminui
Bem-estar
Aumenta
Atitude positiva em relação ao trabalho
Aumenta
Autoconfiança
Aumenta
Autoestima
Aumenta

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Os carboidratos devem compor de 50% a 60% da composição da alimentação


Responsáveis pela produção de energia e recuperação muscular, os carboidratos estão presentes nos pães, biscoitos, cereais, hortaliças, legumes, frutas.

Por Bebel Clark Rio de Janeiro

Os carboidratos são considerados as principais fontes alimentares responsáveis pela produção de energia, além de preservar a massa muscular através do fornecimento de energia aos músculos, facilitar o metabolismo das gorduras e garantir o bom funcionamento do sistema nervoso central. Fornecem combustível para o cérebro, para a medula, para os nervos periféricos, e células vermelhas para o sangue. Estão presentes nos pães, biscoitos, hortaliças, legumes, batata, aipim, inhame, cereais (arroz, farinha, aveia, macarrão), frutas e leguminosas (feijão, lentilha e grão de bico). Cada um grama fornece 4 Kcal às células do corpo. Segundo a nutricionista Cristiane Perroni, especialista do EUATLETA, os carboidratos devem compor de 50 a 60% da dieta.
Alimentos ricos em carboidratos: fontes reponsáveis pela produção de energia (Foto: Getty Images)

Cristiane explica que os carboidratos são divididos em três categorias principais: monossacarídeos (glicose e frutose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido e celulose).
 Funções importantes
Os carboidratos servem de matéria-prima para a produção do glicogênio muscular, que é a primeira e a principal fonte de energia utilizada durante o exercício, sendo a redução dos estoques deste nutriente o fator determinante da fadiga muscular. Também são essenciais após a atividade física, para repor os estoques de glicogênio gastos no exercício, beneficiando assim a recuperação muscular e preparando o músculo para atividades subsequentes.


- O metabolismo de carboidratos tem papel crucial no suprimento de energia para o exercício físico. Na atividade de alta intensidade, a maioria da demanda energética é suprida pela energia da degradação dos carboidratos, que se tornam disponíveis para o organismo através da dieta, e são armazenados no corpo em forma de glicogênio muscular e hepático - disse a nutricionista.

Recomendações
A ingestão insuficiente desse macronutriente traz prejuízos ao sistema nervoso central e provoca fadiga durante a atividade física. Em excesso, gera acúmulo de açúcar no corpo, causando aumento de peso.

- As bebidas ou jujubas esportivas contendo diferentes quantidades e tipos de minerais, vitaminas e nutrientes, como carboidratos, são utilizadas por atletas e praticantes de atividade física com a finalidade de melhorar o desempenho físico. As bebidas esportivas podem ser consumidas antes, durante e após o exercício, dependendo do tipo e do tempo da atividade praticada - afirmou a nutricionista Cristiane Perroni. 

Estudo da Universidade de Illinois mostra que Caminhada e Alongamento melhoram a Auto-estima

 
Uma caminhada ligeira ou alongamentos três vezes por semana podem ajudar a elevar a auto-estima de quem já passou dos 60 anos. Os resultados foram obtidos por um estudo conduzido na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.
A pesquisa contou com a participação de 174 idosos entre 60 e 75 anos de idade. Todos eram sedentários e estavam acima do peso. As mulheres eram a maioria.
Os voluntários seguiram um programa de exercícios supervisionados e foram divididos em dois grupos: um fez alongamentos em um ginásio e o outro praticou caminhadas em um shopping center, três vezes por semana, durante seis meses.
Antes de começarem a se exercitar, os participantes passaram por uma avaliação psicológica e responderam a questionários que mediram, por exemplo, a percepção que tinham do próprio corpo.


Regularização do sono e do apetite

Durante o programa, houve aumento da auto-estima em ambos os grupos, mas principalmente em quem se alongava. A aceitação da imagem corporal também cresceu nos dois times.
"Essas duas sensações estão muito relacionadas", diz Paulo Prouvot, professor de Educação Física da Universidade de São Paulo. "Quando o indivíduo começa a caminhar e assimila bem o movimento passa a ter prazer em se exercitar."
Depois de encerrado o estudo, 75% dos idosos que faziam alongamento e 51% dos que caminhavam continuaram os exercícios.
Na terceira idade, a atividade física beneficia os movimentos das articulações, regulariza o sono e o apetite. "A pessoa passa a se alimentar com satisfação para repor energia", diz Prouvot. E o que é melhor: "Essa energia não fica depositada como gordura".


Minhas Considerações:

A caminhada tem por sua vez estabelecer um ritmo de vida melhor à pessoas que a pratica, trazendo benefícios a saúde, melhora do auto estima, diminuindo a tensão que o estresse proporciona, controle de hipertensão e doenças cardíacas, a caminhada e seus benefícios só são alcançados quando são feitos de forma correta, as caminhadas de pequenos períodos são indicados na maioria da vez para aqueles que procuram apenas o bem estar proporcionando o auto estima, disposição ao dia ou apenas para fazer novas amizades, na caminhada trabalhamos os músculos corporais com frequência e intensidades maiores causando maior flexibilidade nas articulações e nas estrutura dos ossos são envolvida no decorrer da caminhada.
 
A corrida nos proporciona maior condicionamento físico trazendo benefícios para a saúde pois o corpo obtêm melhor condicionado físico permitindo maior vascularização do cérebro aumentando consequentemente o grau de raciocínio, agilidade e outros, esses tipos de atividades físicas como caminhada e corrida vem sendo estudada por trazer bem estar e ser tão benéfica a saúde na maioria das vezes causando grande euforia deixando a mente e o corpo com maior disponibilização, esses benefícios só serão alcançados se forem desenvolvidos de maneira correta se alongando antes de praticar, usando calçados adequados com roupas que possam dar maior movimentação.
Há pessoas que passam usar a caminhada, corrida como fonte de emagrecimento e aumento do condicionamento físico para cada um desses motivos são determinados diversos procedimentos indicados para o emagrecimento devemos caminhar por um período entre 30 e 60 minutos variando o percurso quando há subidas e decidas devemos estabelecer metas, nosso organismo trabalha de modo que devemos guardar energias, vale ressaltar que podemos ter mais apetite após as caminhadas e corridas conforme o nosso organismo for gastando as energias devemos repor de forma saudável, a caminhada não tem contra indicações porém o indicado que quando começarmos a realização de alguma atividade física devemos procurar um profissional da saúde para realização de uma avaliação medica, e para fazer um programa supervisionado, procurar um Educador Físico para fazer uma Prescrição Personalizada conforme seu objetivo e suas necessidades, combinando com Plano Alimentar elaborado por um Nutricionista.

Fonte: http://www.saudeemmovimento.com.br
 

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Dieta e exercícios físicos podem atenuar efeitos do câncer



 
Estudos com tumor Walker 256 desenvolvidos no Laboratório de Nutrição e Câncer do Instituto de Biologia da Unicamp (IB) abrem possibilidades para a melhoria da qualidade de vida de pacientes com câncer. Apesar de optarem por temas diferentes, as pesquisadoras Emilianne Miguel Salomão (doutorado) e Rebeka Tomasin (mestrado) buscaram em testes com ratos wistar meios para inibição de crescimento e apoptose de tumores e diminuição de risco de caquexia (perda de peso involuntária).
Enquanto a educadora física Emilianne estudou e comprovou a eficiência da combinação nutrição-exercício físico na redução da caquexia, Rebeka buscou na medicina popular, especificamente num homogeneizado (mistura) de mel e babosa, um coadjuvante para o tratamento tradicional de pacientes com câncer. “Há vários estudos que comprovam a eficácia anticâncer da babosa e do mel, isoladamente, então decidi investigar como funcionam os dois juntos”, explica Rebeka.
Os estudos fazem parte de uma série de pesquisas básicas desenvolvidas no laboratório para auxiliar no avanço de investigações mais aprofundadas nas áreas de medicina e farmácia. As pesquisadoras enfatizam que as pesquisas foram realizadas somente com animais e não focalizam a prevenção à instalação do tumor. “Não estudamos a cura do câncer. A ideia é que esses estudos possam contribuir para garantir qualidade de vida aos pacientes com câncer, colaborando com o tratamento convencional. No caso de meu estudo, a proposta é reverter o quadro de caquexia com auxílio de terapia alternativa”, explica Emilianne.
A caquexia causa impacto negativo sobre a habilidade de respostas dos pacientes diante do tratamento antineoplásico, constituindo-se no ponto crucial do sucesso do tratamento e, consequentemente, interferindo em sua expectativa de vida, de acordo com Emilianne. Os resultados de testes realizados com um grupo de ratos wistar, nos quais foi injetado tumor Walker 256, revelaram que a suplementação nutricional com leucina (aminoácido que atua como sinalizador celular e fonte energética para o músculo esquelético) e exercício físico, em longo prazo, promove melhora no ganho de peso corpóreo, com redução do peso do tumor; diminui a degradação muscular esquelética, associada a maior expressão de miosina muscular (principal proteína contrátil do músculo esquelético); traz melhora da resposta inflamatória; melhora a expressão gênica de transportador de glicose muscular e melhora, também, o diâmetro da fibra muscular.
“Os animais treinados diminuíram, de fato, a degradação proteica muscular, além de melhorar a resposta inflamatória. Quanto aos animais implantados com tumor tratados com dieta normal (normoproteica) e sedentários, houve aumento da degradação e, consequentemente, redução da síntese proteica muscular e aumento da resposta inflamatória, quando comparados aos demais grupos”.
A pesquisadora explica que a leucina age, principalmente, como sinalizador celular, aumentando a síntese e diminuindo a degradação de proteína muscular esquelética, enquanto o exercício físico promove aumento do consumo de glicose, diminuindo os níveis de glicose e insulina circulantes, consequentemente, reduzindo a oferta desse substrato às células tumorais. “É preciso ingerir este aminoácido, pois nosso organismo não é capaz de sintetizá-lo. A massa corporal magra, em particular musculatura esquelética, diminui em proporção direta os efeitos da massa neoplásica. Assim, a redução da síntese e o aumento da degradação proteica têm sido frequentemente observado nos pacientes com câncer, sendo o principal fator responsável pela redução do tempo de vida desses pacientes. Então, suplementamos leucina aos animais para minimizar os efeitos provocados pela caquexia, ajudando a melhorar o metabolismo de proteína muscular, comprometido pelo crescimento do tumor”, explica.
Emilianne acentua que os exercícios aeróbios de intensidade leve a moderada ajudaram a minimizar as alterações metabólicas do tecido de ratos diante do crescimento tumoral. “Vimos que os animais treinados têm redução no crescimento do tumor, pois o exercício físico promove aumento do consumo de glicose pelos tecidos ativos saudáveis durante o exercício, diminuindo os níveis de glicose e insulina circulantes, consequentemente, reduzindo a oferta desses substratos para o crescimento tumoral”, explica.
A atividade física, segundo Emilianne, possui grandes efeitos protetores que podem ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento do câncer. “Divulgam sempre na mídia informações sobre a importância da atividade física em problemas cardíacos ou neurológicos, mas quase não divulgam a contribuição do exercício para a qualidade de vida em pacientes com câncer”, acrescenta a educadora.
Na sua opinião, a atividade física pode ser oferecida a pacientes que estejam na fase inicial ou até mesmo em estágios mais avançados, desde que os pacientes estejam em condições físicas. Apesar de não poder precisar a cura, já que os estudos não foram realizados com humanos, sabe-se que o índice de cura, com tratamento precoce, é muito grande, segundo a autora. “Quando diagnosticado o surgimento de câncer em algum paciente, e logo inicia-se o tratamento tanto com quimioterapias, radioterapias, quanto intervenções alternativas, tais como, nutricionais associadas a prática de atividades físicas, ou qualquer terapia que venha a ajudar esse paciente, será possível obter resultados positivos”, diz Emilianne.
As terapias contra o câncer, na opinião da educadora física, deveriam ser multidisciplinares. A atividade física, quando bem supervisionada, também pode favorecer o estado psicológico do paciente. “É uma alternativa no auxílio do tratamento psicológico, pois os pacientes que praticam atividade física podem reduzir a ansiedade e a depressão”, acrescenta.
Os ratos foram treinados até o período pré-agônico, gerando resultados positivos, já para um paciente nessas condições, a prática de atividade física pode não ser recomendável. “Mas sabe-se que os efeitos do exercício de intensidade leve em animais, mesmo nessas condições, são positivos”, pondera Emilianne.
Ela explica que o desenvolvimento neoplásico causa alterações dos processos homeostásicos e metabólicos dos pacientes com câncer, desencadeando a caquexia, que pode levar à morte na maioria dos casos. A perda de peso é decorrente da depleção da proteína muscular em razão do aumento da degradação ou da diminuição da síntese proteica, com consequências drásticas à massa corporal e ao estado funcional do paciente. “O câncer-caquexia promove redução da força muscular e da resistência cardiovascular, alterações imunológicas, anorexia, dentre outras debilidades”, informa.
A caquexia se desenvolve geralmente em estágio avançado do câncer e em alguns tipos de carcinoma, principalmente os de trato gastrointestinal, segundo Emilianne. Quando o paciente está em um quadro de caquexia avançada, no qual a perda de massa muscular é grande, a resposta ao tratamento radioterápico ou quimioterápico não é a mesma de um paciente que não teve perda de massa muscular. Na opinião da educadora física, para tentar melhorar o estado caquético do paciente, é preciso melhorar a qualidade de vida e, assim, aumentar a sobrevida. A atividade física, quando bem supervisionada, pode ser uma excelente alternativa no auxílio do tratamento e reabilitação dos pacientes com câncer.


Texto: Maria Alice da Cruz
Fonte: Jornal da Unicamp